Espaço conta com piso drenante e brinquedos para pessoas com deficiência; subsolo recebeu tubulações para auxiliar no manejo das águas pluviais
Santo André, 12 de maio de 2026 - Os moradores da região do Jardim Irene, em Santo André, ganharam uma nova praça, com conceitos inclusivos e ecológicos. Com aproximadamente 1.000 m² de área de lazer, o espaço fica na Rua André Magini, ao lado do Complexo Viário Maurício de Medeiros, e vai beneficiar cerca de 30 mil residentes de bairros como Cata Preta, Jardim Cipreste e Vila João Ramalho.
O prefeito Gilvan Ferreira, acompanhado pelo secretário de Infraestrutura e Obras, Andre Scarpino, visitou a nova praça e viu de perto o sucesso do espaço, que já caiu nas graças dos moradores.
“Aqui temos brinquedos inclusivos, espaço acessível para cadeirantes, caixa de areia, paisagismo e ainda uma parte importante que não é visível. Aqui embaixo, uma grande obra de drenagem foi feita para não alagar mais as casas do entorno. Essa é mais uma intervenção que integra o Complexo Maurício de Medeiros”, enalteceu o prefeito Gilvan Ferreira.
A praça dispõe de um piso intertravado drenante, ou seja, que favorece o escoamento da água e a sustentabilidade do projeto. Foi feita ainda a instalação de tubulações de drenagem na área de servidão, além de sistema de drenagem no fundo dos lotes, contribuindo para o adequado manejo das águas pluviais.
A região ainda será contemplada nos próximos meses com um parque linear que está sendo construído às margens da Avenida Maurício de Medeiros, e que terá cerca de 10 mil m², com dezenas de opções de lazer para a população.
Aprovado - Os moradores do entorno e de bairros vizinhos celebraram a entrega da nova praça. Segundo os residentes, o espaço já está cumprindo seu papel de oferecer lazer à comunidade e trazer o conforto de um sistema de drenagem funcional.
“Essa praça significa pra gente qualidade de vida. Eu tenho um filho especial e quando ele tem crise, meia horinha caminhando aqui resolve. Além disso, aqui tinha muita sujeira, o acesso era horrível para os moradores, então melhorou 100%. E foi feita a drenagem nas casas também. Precisava, porque tinha muita enchente. Então só posso agradecer mesmo, foi bom em todos os sentidos. E depois ainda teremos o parque, que será uma benção. Não estamos esquecidos”, enalteceu a técnica de enfermagem Ana Maria Aparecida, de 44 anos, mãe de um jovem com TEA e vizinha do espaço há 19 anos.
“Quando meu neto acorda, já pede para vir para cá. É o quintal das nossas casas. Uma maravilha”, exaltou a dona de casa Sueli das Neves Andreais, 62 anos, que há 43 vive na região e estava no local acompanhando a criança.